JB Online: A nova Eliana

18 março

Além de ser apresentadora e linda, Eliana Michaelichen acha tempo para ser empresária. Depois de se dedicar a licenciamentos, TV, música e cinema, a loura começa uma nova empreitada com a Editora Master Books. O primeiro livro a ser lançado (logo mais, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon) é Eu queria ser, da fotógrafa Priscila Prade. A obra traz 55 imagens publicadas ao longo de três anos em uma seção da revista da MTV, na qual celebs aparecem fantasiadas como artistas que admiram.

Como começou sua paixão pela literatura?
Os contos de fadas me encantaram na primeira infância e, novamente, mais tarde, quando cursei até o terceiro ano de psicologia. As muitas leituras que uma só obra pode ter sempre me impressionaram.

Qual livro nunca deixa a cabeceira da sua cama?
Difícil escolher um! Adoro os que tratam a filosofia de uma forma cotidiana, aplicada às situações reais da vida. E tenho uma queda declarada por livros de fotografia. Sempre compro vários quando viajo.

Por que decidiu abrir uma editora neste momento?
Há bastante tempo planejava atuar nos bastidores de projetos culturais fora da TV. Inicialmente, pensei em produzir musicais, mas a minha paixão por livros de arte e cultura pop acabou me levando à área editorial. De um lado, vou dividir com o público os temas que me emocionam. De outro, ajudarei artistas a divulgarem suas obras.

Por que escolheu encarnar o roqueiro Marilyn Manson em Eu queria ser?
Por ser uma figura completamente diferente de mim.

O que mudou na sua vida desde que você saiu da Record e foi para o SBT?
Estou muito mais feliz! No meu programa atual, eu faço o que acredito ser o melhor, com qualidade e conteúdo. São quatro horas no ar no domingo, o dia mais disputado da TV brasileira. Não poderia ser melhor.

Como você vê essa batalha constante pela audiência na TV aberta brasileira?
A TV é a maior vitrine que existe. Se eu tiver de apresentar algo sensacionalista, apelativo, prefiro sair da TV. Meu DNA profissional de unir entretenimento e informação é o reflexo do que acredito ser o meu papel como comunicadora e cidadã.

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